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RAZÕES DE UMA CAUSA

1 - Pela Vénia ao extraordinário esforço das Forças da Natureza que nos proporcionam um Habitat Multi Excepcional, e pela constante Consciência Humana e Gratidão pelo usufruto dessa riquíssima Herança.

• Porquê a escolha de um Solstício (Lugar do Sol) - Dia 21 de Junho, para o Dia Internacional do Yoga?
• O profundo Conhecimento, antigo e actual, do Yoga e do Sámkhya sobre o Universo e o Ser Humano
• O Magnífico Planeta onde habitamos tem peculiaridades e optimizações extraordinárias

O profundo Conhecimento, antigo e actual, do Yoga e do Sámkhya sobre o Universo e o Ser Humano – a mais antiga e perene manifestação da Sabedoria e Cultura da Humanidade.
Nos primórdios o Yoga chamava-se Sámkhya
- o Yoga e o Sámkhya há cerca de 6.000 anos eram um só Sistema Filosófico de Desenvolvimento Pessoal (mais tarde elevados à categoria de Darshana, dois dos seis Grandes Sistemas Filosóficos de Desenvolvimento Humano Hindus). O Sámkhya (à letra razão ou número) – a Sabedoria - muito mais tarde a Sophia dos Gregos, que se arroga de não especulativo mas apenas descritivo! e que é o Primeiro Sistema de Pensamento – Mono Criador - descreve a Cosmogénese desde o Primeiro instante, hoje o Big Bang, na altura Mahá (grande) OM – Vibração, que segundo o Sámkhya, deu origem ao Universo (OM - que se escreve em Samskrta ou Sânscrito, língua Indo Europeia base no Yoga, e que é o símbolo Universal do Yoga), também segundo o Sámkhya essa Vibração propagou-se até ao presente, sustentando o Cosmos (como a radiação de fundo da astrofísica contemporânea), sendo a matéria uma modificação da energia e essencialmente vazia / ilusória – Máyá, estranhamente de acordo com a Física atómica, com a relação de Einstein entre a matéria e a energia, contida na Teoria da Relatividade Restrita, e com a Física Quântica e a Astrofísica modernas. O Sámkhya não relata apenas a evolução de um Universo Feminino e Fecundo, mas também é Antropogénico, descrevendo o Ser Humano e os seus complexos Planos Constituintes.


Finalmente na posse do Conhecimento do Grande Meio Criador e dos Humanos criados, o Sámkhya entrega-nos o Yoga (diz-se o Youga, como Iodo; Yoga significa juntar, ou ligar, da raiz Yuj – diz-se Yudj = jugo), a sua parte prática, um complexo Sistema, com doze Disciplinas Técnicas (e seis disciplinas secundárias, num total de 18), capaz de conferir ao Ser Humano, em todas as suas facetas, um desenvolvimento excepcional, e dando-lhe uma perspectiva Global, de fraternidade humana, e desafiando-o para assumir uma Grandeza Cósmica, como Filósofo Supra Consciente com uma mente completamente explorada e desenvolvida.

Ora este Conhecimento muito antigo vai com certeza estar na moda, com o constante progresso científico, com o incremento do conhecimento humano, e com o extraordinário movimento de construção da Europa Unida (exemplo a seguir para os restantes Continentes), com a visão global da ONU, com a consciência ecológica, com a necessária extinção dos nefastos ditadores (que com o seu deformado ego, exploram em proveito pessoal, os normalmente parcos recursos do seu País, e dizimam em guerras perniciosas o povo que deviam representar e respeitar), com o combate às assimetrias entre os povos (onde alguns gastam 50 vezes mais Energia per capita que a média mundial, enquanto outros não têm sequer água potável!), com o terminus de qualquer tipo de colonialismo, com o Ecumenismo entre as mais populosas religiões (para se deixar de humanamente matar, em nome de Deus Criador!), com a certeza que só existe uma Raça Humana (e muitas Etnias), com o fim de qualquer forma de escravatura ou tráfico humano, e com a consciência da necessidade de Paz em todo o Mundo; mas também num futuro próximo, com a mudança de perspectiva da visão humana: com a democratização das viagens orbitais e até interplanetárias, onde muitos verão ao chegar e ao partir, um pequeno (e belo) Planeta e um só Povo! Consciência que nos empurra ainda mais para a Fraternidade, pela visão do pequeno relativo, e para o Conhecimento Cósmico, pelo mergulhar na sua fantástica Grandeza.

O Magnífico Planeta onde habitamos tem peculiaridades e optimizações extraordinárias, um eixo judiciosamente inclinado a 23º e 27’, que proporciona as estações do ano, tão apropriadas para uma constante renovação (e também para as variegadas e inspiradoras belezas Naturais daí resultantes), e que disciplina a circulação das correntes marítimas e atmosféricas vitalizadoras quanto baste; uma proporção de 70% de água à sua superfície (à semelhança da constituição humana), uma rara e equilibrada atmosfera e revestimento arbóreo, um núcleo ferroso que nos faculta uma cintura magnética protectora das excessivas radiações cósmicas (e o elemento ferro necessário à fixação do oxigénio na hemoglobina humana); uma Lua com uma super proporção e situada a uma proximidade que estabiliza o eixo terrestre e impede oscilações nefastas para a vida à superfície (Lua 400 vezes menor que o Sol e distante dele 400 vezes o espaço entre ela e a Terra, permitindo-nos visões de magníficos eclipses totais), enfim, uma engenharia Planetária e de Sistema Solar incrivelmente apropriada!

Assim, a escolha do Dia Internacional do Yoga, olhando para cima, pendeu naturalmente para o um Solstício (Lugar do Sol) – Junho, 21, Dia da Luz, do Conhecimento anti obscurantista milenarmente associado ao Supremo Conhecimento / Iluminação Intelectiva / Consciência Cósmica (Samádhi), que os Filósofos práticos do Yoga visam constantemente. Dia onde as Fantásticas interacções Planetária / Solar / Galáctica são mais evidentes e intensas, e Luz que é celebrada e cantada pelos Mestres e adeptos do Yoga desde a mais profunda antiguidade (maior dia do ano no Hemisfério Norte, onde se situa a maior massa de Continentes e portanto de Civilização). Dia também celebrado pelos nossos Povos e raízes Lusas / Celtas e desde sempre por toda a Antiga Humanidade, consciente da sua dependência de tão maravilhosa e equilibrada grandeza, também celebrada pelos outros Povos astrónomos: Crescente Fértil, Maia, Egípcio, Inca, Chinês, Eslavo, Polinésio, Austral, etc..

Dia em que ninguém assiste (nas bancadas dos pavilhões ou dos estádios), todos praticam (nos Áshrama – Centros do Yoga, ou nos relvados), evoluem, limpam o stress, reforçam a saúde pessoal e pública (Dia quente de clima mediterrânico exuberante no Hemisfério Norte, apelativo de práticas ao ar livre); Dia onde os praticantes se divertem, conhecem, sonham, se consolidam, preparam uma sociedade fraterna, futura, melhor.


2 - Pelo Pioneiro passado de Portugal sobre a inquietação do Saber, sobre o Conhecimento Global e sobre a relação com a Índia – no início do Renascimento, foco da “Riqueza” Internacional.

- Porquê Portugal?
porque Portugal tem um histórico passado pioneiro inigualável na busca do Conhecimento Global,
porque Portugal pode ter proeminência Mundial em todas as matérias que domina, e
porque os Portugueses são hoje uma Autoridade Mundial em Yoga.

Apesar da Filosofia Cósmica-Humana do Yoga-Sámkhya que encara o Planeta como um todo, um pequeno bairro Galáctico, sem fronteiras humanas, temos orgulho na tradição Portuguesa – Lusa, neste cantinho da Europa voltado para o Atlântico, que foi durante alguns séculos o foco da civilização mundial (foco que vagueou desde a fabulosa e Matriarcal Civilização Drávida / Vale do Indo – há mais de 9.500 anos, continuando pelas civilizações Caldaica / Assíria, Chinesa, Egípcia, Grega, Romana… Árabe, Hispânica, Itálica, Eslava, Centro Europeia, Franca, Anglo-Saxónica, Escandinava e da Europa Unida), e honra-nos a nossa procura de um Alto Conhecimento para além do Próximo Oriente, a qual iniciou verdadeiramente o Renascimento, no final de mais de mil anos obscuros medievais (quase um século antes da História considerar o Renascimento iniciado), no princípio do século XV, através da Escola de Sagres que deu origem a uma revolução mundial, reunindo os maiores sábios da época, todo o antiquíssimo conhecimento humano, recolhendo a mais importante e fidedigna cartografia e bibliografia que a Humanidade possuía, aprimorando os navios e a navegação, a observação astronómica, a invenção de instrumentos náuticos que permitiram navegar com segurança (sem a costa à vista), o desenvolvimento das complexas tabelas para um cálculo menos moroso e mais seguro da longitude, da utilização do conhecimento do correcto diâmetro do Globo, e principalmente da fundação da verdadeira e sistemática investigação científica.

A procura da Sabedoria para além do Santo Sepulcro, do poder hipoteticamente contido nas relíquias dos Santos, e da informação dos Árabes, levou este círculo de sábios e toda uma Nação, para lá do “Prestes João”, até à sabedoria do Yoga – Sámkhya, dos Himalaias da Índia (e Alma desse País), e naturalmente também ao poder económico de todas as especiarias e restantes riquezas Orientais.
A ciência a despontar deu aos Portugueses, à Índia, à Europa, à Ásia (e depois às Américas), e a todo o Mundo, além das bases da investigação moderna, a primeira noção da Globalização, a primeira perspectiva da importância dos Mares, o primeiro grande encurtamento das distâncias pela facilidade, liberdade e velocidade da comunicação marítima, na altura mais barata e muito menos perigosa do que a terrestre, o abraço entre as etnias humanas (infelizmente e lamentavelmente nem sempre fraternal), e a fusão dos conhecimentos, culturas e civilizações “orientais” e “ocidentais” – base da modernidade.
Orgulhamo-nos também de Fernão de Magalhães e da sua primeira certeza (experimentada / verificada), da Global forma do Planeta (ao serviço de Espanha), e do Padre Bartolomeu de Gusmão e da sua primeira experiência Mundial de mais leve que o ar, em 1709. Sentimo-nos enobrecidos por sermos o País de Fátima.

Construímos então, com ousadia, o futuro. Hoje queremos voltar a construí-lo com auto estima, verdadeira e grandiosa.

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